Você sabe qual é a real importância do protetor solar e como eles são produzidos? Hoje iremos responder essas dúvidas!
A longa exposição à radiação solar pode trazer várias consequências que podem ser evitadas pelo uso adequado do protetor solar. Dentre esses problemas, podemos citar:
Dependendo do seu tipo de pele, determinado protetor solar é mais recomendado para você. O fator de proteção solar (FPS) é a medida que informa o tempo que o protetor solar permite ficar exposto ao sol sem riscos de eritemas, por exemplo, 20 minutos sem protetor solar gera o mesmo efeito do que 300 minutos de exposição solar com um protetor de FPS 15, pois 15 × 20 = 300.
Assim, o FPS pode ser mais baixo para peles mais escuras e deve ser mais alto para peles mais claras.
Esse tipo de pele jamais se bronzeia e se queima facilmente, por isso é importante o uso de um protetor solar com FPS 50 ~ 60 pois são capazes de filtrar mais de 95% da radiação ultravioleta.
Essa pele é capaz de se bronzear e ainda se queima, mas já consta com uma pequena proteção natural, por isso um FPS 30 já resolve todos os problemas filtrando mais de 95% dos raios UV.
Por fim, essa tonalidade de pele já possui uma ótima proteção natural, fazendo com que sejam facilmente bronzeadas e raramente se queimem. Portanto, um FPS de 15 ~ 20 filtra mais de 85% dos raios ultravioleta e é o mais indicado.
A radiação ultravioleta é o tipo de radiação emitida pelo sol, portanto, ela extremamente prejudicial para os seres vivos. Mas não se preocupe, grande parte dela é filtrada pela camada de ozônio, por isso devemos cuidar cautelosamente do meio ambiente. Para mais informações sobre a emissão de gases na atmosfera confira nosso artigo sobre “5 atitudes para reduzir a emissão de gases“.
Os raios UVA possuem um comprimento de onda maior (320 a 400 nm) fazendo com que eles sejam capazes de penetrar mais profundamente na pele, indo até a região da derme. Essa intensa penetração é o fator que gera o bronzeado pois escurece nossa melanina, todavia é um grande responsável pelo câncer de pele, além de deixar manchas e favorecer o envelhecimento.
Além disso, os raios UVA estão fortemente presentes ao longo do dia todo, sendo eles 95% mais abundantes na superfície da terra quando comparados com os raios UVB.
Enquanto isso, os raios UVB possuem um comprimento de onda menor (280 a 320 nm), tornando-os muito mais energéticos do que os raios UVA. Esses raios penetram mais superficialmente na pele e são os responsáveis pelas famosas queimaduras, vermelhidão e ardências que ficam na pele depois de um longo dia de praia. Porém, mesmo correspondendo a somente 5% dos raios incidentes na superfície da terra, ainda assim causam manchas e câncer de pele assim como os raios UVA, o que faz com que precisemos nos atentar a ele.
Portanto, uma informação relevante de se observar nos rótulos dos protetores solares é qual o tipo de raios solares que eles protegem, UVA ou UVB. Enquanto os protetores com foco em raios UVA irão principalmente evitar o câncer de pele e o envelhecimento precoce, os protetores com foco em raios UVB evitarão queimaduras.
O processo para se obter o protetor solar que conhecemos é relativamente simples, envolvendo somente um misturador. Contudo, existem muitos tipos de ingredientes diferentes que podem ser acrescentados a ele.
Um único protetor solar contém diversos tipos de ingredientes que podem ser sintéticos ou naturais. Além disso, a formulação do protetor pode mudar, isso depende do FPS desejado.
O material mais conhecido usado para a proteção contra os raios UVA é o avobenzona (Parsol 1789), aplicado em produções de protetores solares no mundo todo. Ademais, para uma proteção mais ampla utilizam-se outros inúmeros materiais sintéticos que absorvem a radiação ultravioleta, dentre eles podemos citar:
Além disso, outro composto químico muito utilizado na produção de protetores solares é o dióxido de titânio por conseguir atuar com uma ampla faixa de radiação UV, espalhando-a ao invés de absorvê-la.
Alguns antioxidantes são frequentemente combinados com o dióxido de titânio para atrasar a deterioração da loção, como as vitaminas E e C, óleo de farelo de arroz, chá verde e óleo de semente de gergelim. Alguns protetores recentes ainda incluem aditivos hidratantes e calmantes para a pele, como aloe vera e camomila.
Primeiramente, a água utilizada no processo é purificada por meio de um método chamado osmose reversa, que separa ela de sais e outras impurezas após passar por uma membrana semipermeável.
Logo em seguida, os ingredientes envolvidos no processo (como, por exemplo, avobenzona e aloe vera) são misturados com a água purificada com as quantidades e com o tempo variando de acordo com a receita final do produto. E pronto, agora é só engarrafar!
Pesquisadores estão observando a natureza em busca da próxima geração de protetores solares, se atentando a plantas e células eficazes contra a radiação ultravioleta.
Algumas plantas possuem uma defesa natural contra os raios nocivos do sol, como a alga Dunaliella Bardawil que habita o Mar Morto e o deserto do Sinai. Essa alga fabrica seu próprio protetor solar ao produzir uma proteína que atua como um defletor, guiando a luz solar para o local onde a fotossíntese ocorre e o excesso de raios UVA e UVB que prejudicaria a planta é evitado por um pigmento amarelo-alaranjado produzido pela alga.
O corpo humano também produz uma defesa natural conhecida como melanina. Esse pigmento tem uma coloração preta acastanhada e está presente na pele e nos cabelos. Atua refletindo e absorvendo os raios UVA e UVB, proporcionando um amplo espectro de proteção. Ela pode ser extraída por um procedimento que utiliza de jarros de fermentação e pode ser incorporada a protetores solares encapsulando-as em microesponjas.
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