Nas últimas décadas vem ganhando cada vez mais força o movimento da agricultura sustentável. Esse movimento impacta diretamente a qualidade dos grãos e os produtores de alimentos. Já sabe do que estou falando?
Após as guerras mundiais do século XX, ocorreu um “boom” tecnológico na agricultura o qual permitiu a produção de quantidades enormes de alimentos em pouco tempo. No entanto, com esse desenvolvimento acelerado, deixou-se a qualidade dos produtos juntamente com a preservação dos recursos naturais um pouco de lado.
Desse modo, a agricultura sustentável surgiu a fim de proporcionar uma produção capaz de atender as demandas da sociedade atual sem comprometer as necessidades das gerações futuras.
Assim, define-se Agricultura Sustentável como: aquela que respeita o meio ambiente, é socialmente justa e é economicamente viável.
Ao adentrarmos no mundo dos grãos, a sustentabilidade está diretamente relacionada com a rentabilidade da plantação, com os impactos sobre os recursos naturais e com as consequências sociais.
A agricultura sustentável afeta diretamente a rentabilidade da plantação uma vez que o objetivo dela é obter produtos saudáveis, livres de contaminações (químicas, físicas ou biológicas) e orientados por diretrizes certificadas. Por isso, aumenta a rentabilidade devido ao aumento da qualidade dos grãos.
A prática da sustentabilidade visa garantir as necessidades das gerações futuras, o que leva a um uso com maior consciência dos recursos naturais, buscando sempre reutilizar os recursos à disposição e tentar sempre evitar o uso de produtos químicos (fertilizantes, agrotóxicos…).
Tendo em vista todos esses pontos, percebe-se que a busca por práticas sustentáveis tem uma importância muito forte socialmente, visto que ao aplicá-las você estará ajudando o planeta o que é muito bem visto socialmente.
Existe muita preocupação quanto a complexidade para melhorar a colheita dos grãos, no entanto mostraremos que não é tão difícil quanto parece. Inicialmente, ao investir em planejamento e em práticas sustentáveis de manejo da plantação já serão observados frutos na colheita da sua plantação.
Na parte de planejamento, deve-se preparar muito bem o solo antes de inserir as sementes, uma vez que em solos não férteis não há geração frutos. Para preparar o solo podemos usar diferentes técnicas como: convencional, direto e semidireto.
Além disso, distribua bem as sementes a fim de que o modo de semear propicie boas condições para absorção de água e oxigênio, o que acarreta numa boa germinação.
Agora trago pontos importantes quanto às boas práticas de manejo. Conheça 100% a sua semente para que saiba exatamente como fazer sua irrigação, sendo sempre muito consciente com o uso da água. Ademais, use adubos para favorecer a fertilidade do solo.
Assim como a tecnologia vem avançando cada vez mais, o agronegócio vem inovando e usando essas tecnologias para facilitar cada vez mais os processos de plantação, portanto busque inovações e novas tecnologias para alavancar sua plantação.
25% da produção da lavoura são perdidos e não chegam ao consumidor final pois se perdem ao longo da produção. De acordo com a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) as maiores perdas ocorrem na produção e no armazenamento dos grãos.
As perdas podem ser quantitativas ou qualitativas. As quantitativas são as perdas as quais podemos medir e avaliar, através da redução da massa ou do volume. Já as perdas qualitativas estão relacionadas ao valor nutricional do grão.
A redução das perdas trata-se de uma prática sustentável uma vez que além de aumentar a disponibilidade dos grãos ainda reduz a pressão sobre o meio ambiente. Por isso, abordaremos estratégias para minimizar as perdas após a colheita dos grãos.
O armazenamento dos grãos é peça chave para minimizar perdas. Estima-se que as perdas em cooperativas de armazenamento chegam a 5% do volume total. Desse modo, escolha um local de armazenamento próprio para os seus grãos e evite estruturas antigas.
Para reduzir as perdas no transporte, não ultrapasse os limites da legislação mesmo que seja para curtas distâncias, pois, provavelmente, você irá perder todo o excesso de produção que carregou no trajeto.
Por fim, não despreze suas perdas! Estime suas perdas em todas as etapas da cadeia produtiva (colheita, transporte, armazenamento) e trace metas de redução das perdas porque as perdas além de ser alimento desperdiçado ainda possuem valor monetário significativo.
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